Clarice
tem 28 anos, casada e um filho. Conheceu essa instituição
através de uma amiga e achou interessantes os tapetes e os amarradinhos,
pois adora artesanato. Está há um ano na Aldeia do Futuro,
e a renda adquirida com os trabalhos ajuda no orçamento da casa.
Cursou até a 4ª série, diz que o trabalho com o amarradinho
é muito prazeroso, através dele se tornou uma pessoa criativa.
Sebastiana,
73 anos, não conheceu os pais e nem teve oportunidade de estudar.
Participa do projeto há 3 anos, o que a estimulou a fazer outros
cursos fora da Aldeia do Futuro. Ela teve facilidade em aprender o amarradinho
e diz que é bom para a memória, além de ter sido
fundamental para a cura da depressão que a acompanhava até
então.