Tapete de Amarradinho
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Fuxiqueiras e amarradeiras

Maria Lúcia, 40 anos, dona de casa, conheceu a Aldeia do Futuro através de sua vizinha. Resolveu participar do projeto com o objetivo de ampliar seus conhecimentos sobre as atividades artesanais. Considera a atividade do amarradinho uma terapia e um lazer, acredita que as participantes do projeto formam uma grande família e, como todas elas, se sente uma artista.

Clarice tem 28 anos, casada e um filho. Conheceu essa instituição através de uma amiga e achou interessante os tapetes e os amarradinhos, pois adora artesanato. Está há um ano na Aldeia do Futuro, e a renda adquirida com os trabalhos ajuda no orçamento da casa. Cursou até a 4ª série, diz que o trabalho com o amarradinho é muito prazeroso, através dele se tornou uma pessoa criativa.

Sebastiana, 73 anos, não conheceu os pais e nem teve oportunidade de estudar. Participa do projeto há 3 anos, o que a estimulou a fazer outros cursos fora da Aldeia do Futuro. Ela teve facilidade em aprender o amarradinho e diz que é bom para a memória, além de ter sido fundamental para a cura da depressão que a acompanhava até então.

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